
Foto: Volkswagen/Divulgação
O Iveco Daily foi o primeiro caminhão elétrico no Brasil. Lançado no ano de 2009 na FENATARN (Salão Internacional do Transporte de Cargas), o modelo tem potência de 108 cavalos e autonomia para rodar 100 quilômetros com velocidade máxima de 70 km/h sendo necessário 8hs para carregá-lo completamente.
De lá pra cá, o número de caminhões elétricos só vem crescendo e várias montadoras já contam com pelo menos um modelo.
A Volkswagen dispõe do modelo e-Delivery que conta com duas versões a 4×2 e 6×2 com autonomia de 250km e mais de 400Cv os dois modelos da marca são produzidos no Brasil.
A JAC Motors também entrou na disputa e lançou no ano passado o JAC IEV1200T com autonomia de 200 km o modelo dispõe de 4 versões com 177c e pode chegar a mais de 88km/h.
A chinesa BYD oferta dois modelos para o Brasil o eT7 12.200 e o eT18 21.250.
A primeira versão tem velocidade máxima de 95 km/h e potência de 215cv, já o segundo modelo alcança 85 km/h e possui 245cv ambos com autonomia de 230 km.
Todas as montadoras fazem questão de frisar que o principal benefício do caminhão elétrico é o menor impacto ambiental. Pois, o motor elétrico não emite gases poluentes como o CO2.
Além disso, são veículos que não geram poluição sonora e o custo operacional é menor do que de um caminhão movido à combustão.
Assim, como o carro elétrico o caminhão também tem no preço a maior desvantagem em relação ao modelo convencional, mas não é só isso, os pontos de recarga também devem ser levados em conta, além de ser bem escassos deve-se calcular quanto será gasto com energia e com isso ver se será ou não uma economia em relação ao combustível.
Apesar disso, empresas como Ambev, DHL, PepsiCo e outras já possuem caminhões elétricos na sua frota.
Redação – José Carlos Bonfim Júnior
Esta publicação foi modificada pela última vez em 9 de janeiro de 2022 09:39
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