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Trecho final de 1,3 quilômetro da rodovia Mogi-Dutra não será duplicado

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Com a decisão, o custo final da obra reduz de R$ 121,9 para R$ 103 milhões

O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) divulgou que o trecho final de 1,3 quilômetro da Rodovia Mogi-Dutra (SP 088) não será duplicado, “por falta de desapropriação de área necessária à duplicação”.

A alteração é resultado da não autorização do proprietário do local onde o trecho está localizado. Segundo o DER, o responsável teria acionado a Justiça para que o trabalho não fosse executado, o que atrasaria a realização das obras.

Com a decisão, de acordo com o DER, o custo final da obra reduz de R$ 121,9 para R$ 103 milhões. O prazo de entrega da obra de duplicação foi alterado duas vezes e a data final é dezembro deste ano, segundo o órgão.

As obras de duplicação do trecho final de 7,5 quilômetros, entre Mogi das Cruzes e Arujá, são esperadas desde janeiro de 2005, quando o trecho inicial foi entregue com a ampliação de faixas. No entanto, só em 2010 o Governo do Estado passou a prometer que a intervenção seria realizada.

Entre suspensões e cancelamentos de licitação, em 2017 a melhoria da rodovia foi anunciada. Em dezembro daquele ano, o então governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou que os trabalhos iniciariam em janeiro de 2018 com o prazo de conclusão em 24 meses.

Nos oito primeiros meses seguintes, o DER anunciava que buscava as licenças ambientais e realizava o levantamento topográfico do terreno. As intervenções começaram, efetivamente, apenas em setembro daquele ano.

Em janeiro, o DER anunciou o primeiro aditivo de prazo do contrato, passando para novembro deste ano a data de entrega da via duplicada.

No mês passado, o secretário de estado de Transporte e Logística, João Octaviano Machado Neto, disse que o prazo de conclusão da obra será em dezembro. Em nota, o DER informou que havia anunciado uma data antecipada, mas que o prazo final era realmente dezembro.

Agora, em nota, o DER informou que realizará obras para modernização da pista na SP 088, do Km 32 ao Km 33,3, por falta de desapropriação de área necessária à duplicação.

“Mesmo assim, a pista será segregada neste segmento com barreiras de concreto, evitando que conversões perigosas sejam realizadas – ação que garantirá mais segurança aos motoristas e usuários. Como os demais trechos, a pista será recapeada e os acostamentos pavimentados. Toda a sinalização também será reforçada”, destacou o texto.

Fonte: G1

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Categorias caminhãoDNIT
Junior Ribeiro

Engenheiro Civil no 10º semestre pela Universidade Estácio de Sá, um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.

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