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Marginal da BR 476 vem causando prejuízos e risco de acidentes

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Motoristas terão que conviver com os buracos porque pelo menos por enquanto, não há previsão de serviço

A marginal da BR 476, mais conhecida como Rodovia do Xisto, é a principal via de acesso de milhares de trabalhadores das empresas e distribuidoras de gás localizadas no jardim Alvorada. Além do movimento de veículos pequenos e motos, o fluxo de caminhões na via é intenso e 24 horas por dia. Por conta disso, o asfalto não suportou e os buracos começaram a aparecer. Quase todo o trecho da marginal, desde o jardim Alvorada até próximo ao terminal central de ônibus, no Centro, apresenta problemas. Os veículos precisam fazer manobras para desviar da buraqueira.

“Além dos prejuízos para os carros, o risco de acidentes é grande. Algumas crateras estão ali há tanto tempo que já não tem mais asfalto, parece uma estrada de terra”, reclamou um dos motoristas. O trabalhador de uma das empresas da região disse que já presenciou vários acidentes na marginal, por conta da grande quantidade de buracos. “Não sei de quem é a responsabilidade, só sei que a via precisa urgentemente de uma nova pavimentação, é uma vergonha estar nessas condições, já que é bastante utilizada”, comentou.

A reportagem do Jornal O Popular entrou em contato com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT que explicou não haver nenhum projeto de pavimentação ou revitalização previsto para a marginal da Rodovia do Xisto, uma vez que o órgão não dispõe de recursos financeiros do Governo Federal para tais intervenções. Disse ainda que no momento, estão em andamento apenas serviços de conservação e manutenção da pista de rolamento. Portanto, a buraqueira na marginal deverá continuar, e por um bom tempo.

Fonte: O Popular

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Categorias caminhãoESTRADAS
Junior Ribeiro

Engenheiro Civil no 10º semestre pela Universidade Estácio de Sá, um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.

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