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Governo Federal estuda novo modelo de concessão de rodovias no Paraná

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Veja quais rodovias devem ser pedagiadas em novo modelo de concessão discutido para o Paraná

Governo Federal estuda novo modelo de concessão de pedágios no Paraná, que está sob discussão, prevê a implantação de novos pedágios em rodovias estaduais e federais.

O atuais contratos com as concessionárias, do chamado Anel de Integração, terminam em novembro de 2021, e a responsabilidade pelas concessões, que atualmente são do governo estadual, deve voltar ao Governo Federal.

O Governo Federal informou que iniciou os estudos para a implantação do novo modelo de pedágio para o estado.

Segundo a proposta analisada, o novo modelo promete mudanças em relação em relação ao contrato atual. O Paraná tem atualmente 2,5 mil quilômetros de rodovias pedagiadas em seis lotes.

A nova concessão deve ter cerca de 3,8 mil quilômetros de rodovias pedagiadas divididos em até oito lotes. Alem dos atuais 2,5 mil quilômetros das concessões, outros 1,3 mil quilômetros devem ser pedagiados, entre rodovias federais e estaduais.

Segundo a proposta, os novos trechos que serão pedagiados são:


Rodovias estaduais

  • PR-323 – entre Maringá e Guaíra;
  • PR-280 – entre Francisco Beltrão, Pato Branco e Palmas;
  • PR-092 – entre jaguariaíva e Santo Antônio da Platina;
  • PR-445 – entre Mauá da Serra e Londrina.


Rodovias federais

  • BR-163 – entre Guaíra, Cascavel e Barracão;
  • BR-453 – entre Santo Antônio da Platina e Ibaiti.

Preço do pedágio


O novos valores do pedágio, a partir da nova forma de concessão devem ser definidos acompanhando o modelo de licitação que o Governo Federal deve lançar, o que ainda está sob discussão.

O governo federal estuda o modelo mais adequado, mas já se manifestou pelo chamado modelo híbrido. Na licitação, neste formato, o governo impõe um preço máximo de desconto no valor da tarifa e, em caso de empate, o vencedor é o que oferece a maior outorga, ou seja, a maior quantidade de dinheiro a ser pago ao governo.

O valor do desconto ainda não foi definido. O novo contrato prevê mais de 2,4 mil quilômetros de duplicação, e 14 novos contornos.

“Nós queremos o maior desconto possível, mas nós queremos também as obras. É possível que o desconto seja maior, com o desconto de algumas obras, mas os paranaenses querem as obras”, disse Sandro Alex, secretário de Infraestrutura e logística.

Os deputados estaduais do Paraná e o setor produtivo do estado já se manifestaram contra o modelo defendido pelo Governo Federal. Os dois defendem que a concessão seja pelo menor preço.

Neste formato, vence a licitação quem oferecer o maior desconto e garantir a execução das obras nas estradas. Para a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), neste modelo, as tarifas podem ficar até 50% mais baratas.

Fonte: G1

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Junior Ribeiro

Engenheiro Civil no 10º semestre pela Universidade Estácio de Sá, um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.

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