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Ministério da Infraestrutura que utilizar das ferrovias para transporte de carga

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Ministério da Infraestrutura estuda usar ferrovia no extremo sul de SP

Ministério da Infraestrutura afirmou que vem estudando junto à ANTT soluções para os trechos ferroviários que foram devolvidos à União com a renovação do contrato da Malha Paulista. Ao todo, três ramais considerados antieconômicos foram devolvidos pela Rumo. Juntos eles somam 285,5 km de linhas: Cajati-Samaritá (214,6 km), Nova Odessa-Piracicaba (45,5 km) e Varginha-Evangelista de Souza (25,4 km).

De acordo com informações do MInfra, duas possíveis soluções estão sendo avaliadas no momento: o reaproveitamento dos trechos como shortlines, medida que só poderá ser realidade quando (e se) houver conversão do Projeto de Lei do Senado 261/2018 em lei; e a implantação de projetos de mobilidade urbana. ”As soluções serão embasadas tecnicamente. A partir dos estudos, poderemos indicar a possibilidade de utilização dos trechos para transporte de carga ou de passageiros”, comentou a pasta.

Segundo a ANTT, o valor da indenização do passivo da Rumo Malha Paulista, incluindo os ramais de Cajati, Piracicaba e Varginha, e outros relacionados à frota, questões ambientais e faixa de domínio, foi estimado preliminarmente em R$ 676,8 milhões, antes da assinatura do termo aditivo do contrato. Embora seja preliminar, o valor foi incluído na outorga que deve ser paga pela concessionária ao governo federal. Apenas a indenização do ramal Cajati-Samaritá, o mais extenso entre os que foram devolvidos, foi calculada em R$ 290 milhões.

”Está prevista uma apuração mais precisa desses valores ao longo da execução do contrato (da Malha Paulista). Estima-se que daqui a três, cinco anos teremos o valor escrutinado pela agência, a partir do levantamento que será feito pela empresa. Mas ressaltamos que hoje a concessionária já está pagando esse valor nas parcelas trimestrais referentes ao pagamento de outorga. O que será feito no futuro é apurar o número final e, se for necessário, reequilibrar o contrato”, ressaltou a ANTT por meio de nota. O ministério da Infraestrutura não confirmou se esses recursos deverão ser reinvestidos em projetos ferroviários.

Fonte: Noticiando

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Junior Ribeiro

Engenheiro Civil no 10º semestre pela Universidade Estácio de Sá, um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.

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