Com novas duplicação BR-381 recebe novas sinalizações

Com novas duplicação BR-381 recebe novas sinalizações

Com pistas duplicadas, BR-381 tem nova sinalização

Com novas duplicação BR-381 e as recentes liberações de trechos com pistas duplicadas na BR-381, trecho entre os municípios mineiros de Governador Valadares a Belo Horizonte, apresenta nova sinalização instalada, informa o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Todo o conjunto de sinalização vertical (placas, painéis, pórticos, marcos quilométricos) e sinalização horizontal (faixas de eixo central, bordos de pistas) delimitam o tráfego e orientam os motoristas em circulação.

Toda a sinalização tem por finalidade delimitar o tráfego, identificar destinos e os locais de interesse; orientar condutores de veículos quanto aos percursos, distâncias e serviços auxiliares, podendo também educar o usuário. Além disso, a sinalização vertical também limita a velocidade, que nos trechos duplicados é de 80 km/h para todos os tipos de veículos.

A sinalização em trechos duplicados é diferente dos elementos da sinalização em desvios para obras. Nas pistas novas, a faixa de eixo central é tracejada, de cor branca com faixas contínuas nos bordos, na maioria dos trechos. Já os desvios têm sinalização contínua, na cor amarela, por exemplo.

Com cerca de 90% de obras finalizadas nos lotes 3.1 (acesso a MG-320 até Ribeirão Prainha) e 7 (Itabuna a Caeté), a duplicação da BR-381/MG também ganha a construção das proteções centrais de concreto, para divisão de pistas, conhecidas como New Jersey. Além dessas proteções, a rodovia federal recebe a instalação de defensas metálicas, em cabeceiras de pontes, segmentos em curva e obras de arte especiais (OAE).

Com liberações de pistas mudando a forma da rodovia, a entrada e saída de veículos e pedestres nos bairros que a rodovia corta acabam mudando, alerta o Dnit. Agora, é preciso ter atenção para a sinalização vertical disposta, para acesso e manobra de retorno em trevos, alças laterais para saída e viadutos construídos e liberados.

Fonte: Diário do Aço

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