Caminhoneiros contam o preço que pagam expostos a furtos e o coronavírus

Risco de contágio, roubo e furto assustam pelas estradas de Minas

Caminhoneiros contam o preço e a disposição circular dos caminhões em um pátio ao lado de posto de abastecimento em Juatuba, na Grande Belo Horizonte, lembra as antigas formações de caravanas que assim se posicionavam para ganhar maior proteção contra índios e bandidos. E é exatamente para obter mais segurança que caminhoneiros brasileiros agora buscam se postar assim de forma unida e alerta ao passar por Minas Gerais, uma vez que os roubos e furtos de cargas dispararam no estado, mesmo com a pandemia e o isolamento social.

Esse é o tema da segunda reportagem da série que o Estado de Minas publica desde ontem pra mostrar os riscos e a vulnerabilidade dos profissionais da área de transporte no Brasil nesses duros tempos do novo coronavírus. Eles encaram todo dia o desconhecido ao cruzar o país levando gente e mercadorias que não podem deixar de ser entregues. O trabalho essencial desses homens e mulheres impõe contato com o perigo de ser contagiado e de levar a possibilidade da transmissão. O EM conta as aflições e as histórias deles e como estão convivendo com esse novo desafio.

De acordo com dados de crimes acompanhados pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) de Minas Gerais, o número de roubos de cargas nos meses afetados pela epidemia – abril e maio –, subiu de 64 para 72, acréscimo de 12,5% no estado; e de 19 para 25, representando aumento de 31,5% na Grande BH. Os furtos, que são a modalidade de subtração de bens sem emprego de ameaça ou de violência, também avançaram muito, passando de 52 para 61, evolução de 17,3% na média de registros em Minas; e de 18 para 21, acréscimo de 16,6%, na Grande BH, mesmo com a pandemia.

Fonte: EM

brasildotrecho:

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