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Agronegócio evitar uma queda ainda maior nas vendas de caminhões

Bons resultados do agronegócio, um dos poucos setores que não foram prejudicados pela pandemia

Agronegócio evitar uma queda ainda e os bons resultados do agronegócio devem amortizar a queda nas vendas de caminhões novos em 2020. Segundo as montadoras, a retração poderá ser menor que o previsto inicialmente. No começo de junho, a Anfavea, associação que reúne as montadoras, divulgou previsão de redução de 36% nos emplacamentos de caminhões, para 65 mil unidades.

As fabricantes apostam em uma recuperação no próximo semestre. Isso porque, historicamente, na segunda metade do ano as empresas começam a renovar ou ampliar a frota para usar na colheita seguinte.

Vice-presidente de caminhões e ônibus da Mercedes-Benz, Roberto Leoncini diz que há outros setores com bons resultados. De acordo com ele, entre os destaques estão as áreas de mineração e florestal (para a produção de celulose).

Leoncini lembra, contudo, que a falta de crédito é um complicador. Ele afirma que, no Banco Mercedes-Benz, a procura por linhas de financiamento está no mesmo nível anterior ao da crise. A aprovação dos contratos também está mais difícil.

Para Loncini, outro fator preocupante são os preços dos caminhões usados, que devem cair. Isso aumenta a distância para o novo e deixa o consumidor mais resistente a trocar o modelo de segunda mão por outro novo. “Não são todos os clientes que se dispõem a aceitar uma avaliação mais baixa no modelo que entrar na troca como parte de pagamento”, diz.

Vendas devem melhorar
De acordo com Leoncini, as vendas em maio e junho foram boas. No acumulado do ano até o início desta semana, foram produzidos mais de 30,3 mil caminhões com PBT (Peso Bruto Total) superior a 6 toneladas. O executivo afirma que, por ora, a previsão é fechar 2020 com vendas entre 75 mil e 77 mil unidades. Esses números incluem ônibus.

Agronegócio evitar uma queda ainda e diretor comercial da Scania, Silvio Munhoz concorda com Leoncini. Segundo ele, as vendas no mercado interno ficarão em torno de 65 mil caminhões e 10 mil ônibus.

Para Munhoz, a queda nas vendas será resultado da retração econômica. Ele ratifica a previsão da Anfavea, que aponta recuo do PIB entre 7% e 7,5%. O Produto Interno Bruto é a soma de todas as riquezas geradas pelo País ao longo do ano.

Fonte: Estradao

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