Com paralisação na produção do diesel registram déficit na oferta

De acordo com a autorização do Ministério de Minas e Energia

Com paralisação na produção do diesel na regiões Sul e Sudeste registram déficit na oferta de diesel, favorecendo a negociação entre distribuidoras, dinâmica que deve continuar até o fim do mês, informa a Argus.

— Situação causada pela gestão das refinarias da Petrobras, em busca de reequilíbrio do balanço de oferta e demanda. A Refinaria de Paulínia (Replan), em São Paulo e a maior do país (415 mil barris/dia) suspendeu a produção de diesel S10 e outras unidades interromperam parcialmente a operação.

— “Não há refinarias totalmente paradas, apenas algumas unidades que as compõem. Essas unidades serão retomadas à medida que a demanda por combustíveis aumentar, de acordo com o planejamento integrado da Petrobras”, informou a Petrobras à agência.

— Negociação entre distribuidoras ocorrem com prêmio em relação aos preços de entrega de diesel na base da Replan. Oportunidades de arbitragem de importações estão fechadas, contudo, apesar do aumento de 8% nos preços do diesel, ainda segundo a Argus.

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Nesta quinta (21), preços da gasolina comum entregue pela Petrobras sobem 12%, terceiro reajuste de maio, acumulando uma alta de cerca de 37% no mês. Apesar dos dois reajustes anteriores, de 11,88% (7/5) e 9,91% (14/5), importadores e analistas de mercado apontam que ainda há defasagem em relação aos preços internacionais.

— “Com o fim do isolamento em algumas cidades o consumo dos combustíveis está gradualmente aumentando, e com isto estamos verificando aumentos sucessivos nas cotações internacionais”, afirmou o presidente da Abicom, Sérgio Araújo, à Reuters.

— Associação calcula defasagem de R$ 0,24 por litro de gasolina e de R$ 0,26 por litro de diesel. Seriam necessários reajustes da ordem de 18%.

— Alta na gasolina ajuda nas margens do etanol hidratado, que concorre com o combustível fóssil nos postos. A Unica, contudo, mantém o posicionamento que a situação das usinas é crítica, com preços e demanda menores em relação ao período pré-crise.

— O Indicador CEPEA/ESALQ para São Paulo aponta que o preço do hidratado do produtor, sem frete e impostos, subiu 7% entre as semanas de 24 de abril e 15 de maio, chegando a R$ 1,393. Preços superavam R$ 2 por litro em fevereiro.

Fonte: EPBR

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