Liderança diz que cabo de guerra entre governadores e Presidente caminhoneiros perdem

Representante de caminhoneiros fala em greve por falta de condições de trabalho

Liderança diz que cabo de guerra só caminhoneiros estão se queixando da falta de lugares para se alimentar e descansar nas estradas e alguns líderes têm falado em paralisação. No último domingo (29), a categoria entrou com mandado de segurança, no TJSP ( Tribunal de Justiça de São Paulo), contra o Decreto 64.881/20, que estipula quarentena no estado.

O documento, feito pela Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores), e que ainda não foi analisado pelo tribunal, argumenta que o Decreto não estipulou dispositivos aptos a garantir o transporte de cargas realizado por caminhoneiros que chegam e saem do estado.

Segundo o presidente da Abrava, Wallace Landim – conhecido como Chorão -, caso os estados e municípios brasileiros não estabeleçam uma infraestrutura necessária para os caminhoneiros, uma paralisação vai se tornar inevitável por parte da categoria.

“A paralisação vai acontecer naturalmente. Estamos mostrando que estamos decididos a trabalhar. Até para pagar as nossas contas. Mas, se não tivermos ajuda dos governadores e dos municípios, e, faltando essas questões de infraestrutura básicas, a categoria não terá como continuar”, afirmou.

Na quarta-feira (1°), a Procuradoria-Geral da República emitiu parecer pelo deferimento da arguição apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal) de descumprimento de preceito fundamental, com pedido de medida cautelar, proposta pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) contra “decretos estaduais e municipais que [determinam] o fechamento de fronteiras locais como forma de contenção da pandemia do Covid-19”.

Landim afirma ainda que as desavenças entre o Planalto e os governadores vêm atrapalhando os caminhoneiros em todo o país.

“Existe uma briga política entre os estados e o governo federal. O governo federal soltou um decreto mandando as pessoas trabalhar e os municípios se negam a fazer. Nesse meio termo ficamos sem estrutura básica para rodar”. explicou.

Fonte: Agencia Infra

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