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Investimento R$ 70 milhões da Mercedes-Benz e Bosch

Mercedes-Benz e Bosch anúncia local ficará pronto em 2021, e poderá ser alugado por outras empresas para testar novas tecnologias.

A Mercedes-Benz e Bosch anunciaram nesta segunda-feira (2) um investimento conjunto de R$ 70 milhões para a ampliação do campo de provas da fabricante de veículos em Iracemápolis (SP), onde já funciona a fábrica de automóveis da Mercedes.

O valor, que será dividido igualmente entre as duas empresas, garantirá a construção de 5 novas pistas, boxes e escritórios. As obras terão início no ano que vem, e a inauguração será em 2021.

Além de servir para desenvolver tecnologias para caminhões e ônibus da Mercedes, e componentes da Bosch, o campo de provas também poderá ser alugado para outras empresas de carros, comerciais leves, motos e máquinas agrícolas.

“O centro está sendo preparado para ser o pilar do desenvolvimento do carro do futuro”, afirmou Besaliel Botelho, presidente da Bosch América Latina.

Segundo Botelho, o local terá como foco as áreas de segurança veicular e eficiência energética. A construção do campo de provas também foi estimulada pelo novo regime automotivo brasileiro, o Rota 2030, que prevê parâmetros mais rigorosos de segurança e emissões para os próximos anos.

A administração do local será feita por uma empresa terceirizada, responsável por manter a confidencialidade dos projetos.

“Sabemos quanto é crucial para cada empresa manter o sigilo dos projetos”, afirmou o presidente da Mercedes-Benz do Brasil, Philipp Schiemer.

O investimento marca a segunda fase de construção do local. A primeira, com dinheiro exclusivamente da pela Mercedes, foi inaugurada no ano passado. Essa estrutura, porém, continuará sendo administrada somente pela fabricante, e não será parte do consórcio com a Bosch.

Schiemer afirmou que ainda não foi procurado por outras empresas para alugar o campo de provas. Porém, acredita que isso acontecerá em breve. Isso porque o local deve acelerar o desenvolvimento de veículos que serão vendidos no Brasil, além de poder baratear o preço final dos produtos.

Fonte: G1

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admin_brasildotrecho

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