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Grupo Guanabara vai realinhar malha de atuação

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Com nova resolução da ANTT, Grupo Guanabara vai realinhar malha de atuação

O Grupo Guanabara, que reúne empresas rodoviárias como Expresso Guanabara, UTIL – União Transporte Interestadual de Luxo, Real Expresso e Rápido Federal, já está revendo sua malha de atuação no País.

Nesta semana, surgiu a notícia que a Expresso Guanabara pediu para a ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres autorização para paralisar a linha Fortaleza (CE)/ Pelotas (RS), que tem mais de quatro mil quilômetros de extensão.

De acordo com informações do setor de comunicação e marketing do grupo empresarial fundado por Jacob Barata ao Diário do Transporte com exclusividade na manhã desta quarta-feira, 04 de dezembro de 2019, com a abertura de mercado que a ANTT anunciou e com a deliberação 955, a Guanabara fez uma reavaliação dos mercados onde vai ser concentrar em “excelência de operação”. Deve haver uma “otimização” das operações. Pelotas, por exemplo, está fora do eixo principal que a Guanabara atua.

A Expresso Guanabara, ainda de acordo com a assessoria do grupo, não vai ter linhas além de São Paulo e não vai operar mais a linha no Sul, “até porque as empresas do Grupo Guanabara que dariam suporte em operação só atuam até o Estado de São Paulo”.

“O Grupo Guanabara em geral vai se concentrar na operação Sudeste, Centro-Oeste [Distrito Federal], Norte de Nordeste” – diz a resposta.

Como mostrou o Diário do Transporte, a Deliberação 955, da ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres, publicada em 30 de outubro de 2019, proibiu definitivamente a transferência de mercados e linhas e também impediu “qualquer hipótese de subautorização da prestação do serviço regular de transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional de passageiros.”

Pela resolução, passam a ser negadas todas as solicitações de transferências feitas a partir de 19 de junho de 2019.

Ou seja, uma empresa de ônibus não precisa receber a linha de outra companhia para prestar o serviço. Basta pedir a mesma linha para a ANTT direto.

Fonte: Diário do Transporte

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