Para FPT Industrial certificação Euro 6 trará ganhos significativos ao desempenho e consumo dos motores

Para FPT Industrial certificação Euro 6 trará ganhos significativos ao desempenho e consumo dos motores

Luiz Noronha, Engenheiro de Projetos do grupo na América Latina, participará do 15° Fórum SAE Brasil de Tecnologias Diesel em Curitiba, no dia 14 de agosto

Acontece nos próximos dias 14 e 15 de agosto, em Curitiba, o 15° Fórum SAE Brasil de Tecnologias Diesel e Alternativas para veículos comerciais e fora de estrada.

A FPT Industrial, empresa do Grupo CNH Industrial, participará do encontro, ocasião em que o engenheiro de Projetos Luiz Noronha apresentará a palestra “Aplicação de veículos comerciais em condições de estrada – Euro VI: tendências tecnológicas para a realidade do mercado da América Latina”.

No dia 14, às 11h10, Noronha apresentará os desafios e tendências tecnológicas para a implementação da nova norma de emissões no país, exigências da certificação de emissões Euro 6, chamada de Proconve P8 no Brasil.

Desde sua implantação em janeiro de 2012, a atual certificação Euro 5/Proconve P7 reduziu consideravelmente o teor de enxofre no diesel, utilizando tecnologias como o sistema EGR (Recirculação de Gases de Escape) e Arla 32, fluido à base de ureia. Agora, para a próxima fase prevista no Brasil equivalente a Euro 6, são aguardados ganhos significativos, como menores emissões de Óxidos de Nitrogênio (NOx) e melhorias no diagnóstico On Board, o que inclui sensores de medição da qualidade da ureia.

O engenheiro Luiz Noronha explica que o Centro de Pesquisa de Desenvolvimento da FPT Industrial em Betim (MG) tem dezenas de engenheiros e técnicos dedicados à Euro 6. “Eles atuam na calibração, validação, testes de durabilidade e homologação. Além da capacitação local participamos de intercâmbios e treinamentos na sede da FPT Industrial em Turim, na Itália, e em nosso Centro de Engenharia Avançada em Arbon, na Suíça”, afirma o engenheiro.

O transporte rodoviário no Brasil requer muito torque dos motores, visto ser feito principalmente por caminhões maiores, que rodam com mais carga e enfrentam terrenos acidentados. Uma pesquisa elaborada pela FPT Industrial junto a transportadores aponta que as principais demandas do mercado são a redução do consumo de diesel e o uso de óleos lubrificantes que exijam menos paradas dos veículos.

Noronha afirma que “a disponibilidade de Arla 32 não é mais um problema, mas os motoristas desejam ser informados sobre possíveis adulterações no tanque. O público também quer saber dos sistemas de telemetria quando parar, onde e porque”, completa.
Fonte: Diário do Transporte