Mercedes-Benz é a mais premiada com o selo Maior Valor de Revenda

Mercedes-Benz é a mais premiada com o selo Maior Valor de Revenda

Veículos comerciais da marca foram os que menos desvalorizaram em cinco categorias de onze em disputa

A Mercedes-Benz foi a grande campeã ao faturar cinco certificações do selo Maior Valor de Revenda-Veículos Comerciais 2018. Em sua quarta edição, a premiação é resultado amplo levantamento da Agência Autoinforme em parceira com a revista Frota&Cia, baseado na coleta de dados do mercado de veículos novo e usados feito pela empresa de pesquisa Molicar.

O estudo, realizado em todo o território nacional, leva em conta a depreciação do veículo após três anos de uso. Ganha o selo aquele que durante o período apresentou a menor desvalorização, portanto, que oferece o maior valor na hora de revender.

Nas onze categorias analisadas, a Mercedes-Benz conquistou cinco selos. O Sprinter 415 foi o que apresentou a menor desvalorização na categoria Caminhão Semileve, além de levar também o título de Campeão Geral. Na disputa dentre Minibus, novamente ganhou o Sprinter, em sua versão van. O Atego 1419 apresentou o maior valor de revenda de Caminhão Médio e em Caminhão Semipesado levou a melhor o Atego 2430 6×2.


Nas outras disputas, o Fiat Fiorino conquistou o selo na categoria Furgoneta de Carga, o Hyundai HR foi o melhor no segmento  Camioneta de Carga, o Renault Master ganhou em Furgão de Carga, além de Campeão Utilitários, o Ford 816 recebeu certificação em Caminhão Leve, e o Scania G 440 6×4 na categoria Caminhão Pesado.

De acordo com Tayguara Helou, presidente do Setcesp, Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região, a revenda do veículo ainda se mostra um componente importante nos itens de cálculo do TCO, o Custo Total de Propriedade, fórmula que permite avaliar se aquisição de um bem de capital, um caminhão, por exemplo, pode ser benéfico para a empresa. “O valor de revenda do veículo para o transportador ainda é um componente das empresas para fazer caixa e pode continuar investindo.”
Fonte: Estadão