Paralisação de transportadoras causa falta de combustível em postos de gasolina do Rio

Paralisação de transportadoras causa falta de combustível em postos de gasolina do Rio

Postos de gasolina do Rio de Janeiro começaram a ter problemas de abastecimento na tarde desta sexta-feira (8), depois do anúncio da paralisação dos transportadoras de combustíveis.
Num dos estabelecimentos visitados pela GloboNews, no Centro da Cidade, metade das bombas estavam sem combustível. Já uma equipe da TV Globo encontrou um posto totalmente sem gasolina em Botafogo.
De acordo com o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência no Estado do Rio de Janeiro (Sindestado-RJ), a manifestação é contra a alta incidência tributária nos preços dos combustíveis, que impactam no preço final ao consumidor final.



O Sindestado-RJ afirmou ainda que os funcionários da categoria nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Goiás também aderiram à paralisação, que não tem tempo determinado para o fim.
O sindicato disse que desde a noite de quinta-feira (7) nenhum caminhão transportador de combustíveis está saindo das bases de abastecimento instaladas na região de Duque de Caxias (Baixada Fluminense), que responde pelo abastecimento da maior parte do Rio de Janeiro.
A Agencia Nacional do Petróleo (ANP) afirmou por meio de nota que está “acompanhando a greve e tomando providências para garantir o abastecimento de combustíveis”.
Já o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) afirmou que, “com apoio da ANP, está atuando junto às forças de segurança dos Estados do RJ e MG para que se cumpra a ordem judicial concedida e garanta a normalidade do abastecimento nos Estados”.
Segundo o Sindicom, nesta sexta, já estavam sendo observados “focos de desabastecimento” em algumas regiões do estado. O sindicato também estima que o abastecimento de serviços essenciais, como barcas, transporte urbano rodoviário, aeroportos, polícia e hospitais podem ser afetados caso a operação de distribuição não seja liberada.
Fonte: G1

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